quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Please, open the bar!


Please, open the bar!, upload feito originalmente por Marcelo Soriano.
A little story in 4 frames.

Atila as "The Dog".

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Paraíso é o imaginário




O Paraíso é o imaginário.
Cultive-o com alegria e amor!
Este é o lugar onde a nossa alma tentará
sobreviver ao mistério incompreensível,
ao enigma crucial da Vida Eterna.

Palavras de Yohoy.



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Grafite é...





"GRAFITE É O ENCONTRO DO

RUPESTRE COM A POP ART."



[m.m.sOrIª~O]


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

GONZALO RUBALCABA - Besame Mucho


Que Stress!

Stress!
Hoje, uma pessoa que eu conhecia morreu inesperadamente...
Odeio quem sai sem se despedir!
Até vou rever nossa amizade!



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Um Perdedor

Nas derrotas, caio em mim.

Em queda livre,
caio em mim.

Na vitória,
Sou corpo estranho;
sou qualquer coisa,
dissonante de mim.


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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Sobre a Mortalidade da Alma

Observando uma velhota azeda a maldizer a vida, concluo:
A Alma apodrece muito antes do corpo.



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Sábios Poetas




Ora! Então?!
Só nós sabemos tudo...
Tudo da suprema arte de
não saber nada.


_____________
(M.M.Soriano)
Dedicado a Mestre dos Mestres
Mário Quintana

Orgasmo de poesia





 Orgasmo de poesia é
Ficar assim, completamente despido de idéias;
Totalmente sem palavras.



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

domingo, 22 de novembro de 2009

Arte de Rua é diferente de Arte na Rua



Foto 1 - Autor desconhecido. CDM, Santa Maria - RS.


Arte de Rua
É a arte que interfere no cenário urbano, nascendo, multiplicando-se e resistindo ao tempo, concebida sobre temáticas de contestação e questionamento social, exclusivamente no ambiente público, no dia a dia das ruas. O autor da arte de rua é, na maioria dos casos, incógnito, reconhecido unicamente pelos seus traços e elementos formais e de estilo característicos.

 
Foto 2 - Artista Plástico Juan Amoretti. Campus UFSM.

Arte na Rua
É a arte em sua expressão convencional, acadêmica, tradicional, idealizada fora das ruas e conduzida, exposta, temporaria ou definitivamente, em locais públicos, pré definidos. A autoria artística da arte na rua é sempre reconhecida e identificada.


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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Nada a Escrever





A minha grande certeza é a incerteza das letras de um poema não escrito.



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

sábado, 21 de novembro de 2009

20/11/2009 - Largo da Ferroviária, Santa Maria, RS, BR.

Viva-se o Poema




O lápis é a extensão do pulso.

Empunhar uma gilete afiada e seccionar a artéria do lápis...
Contemplar-se a hemorragia das palavras...
Esvaem-se ideias, amores antigos, visões do dia...

Um suicídio ao contrário, é o processo do poema...

As verdades procedem...
E não tardo em sentir que
amores antigos permanecem vivos
e nunca morrem ou envelhecem.

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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Passarada dos Passos





Que, dos rastros dos nossos passos, ergam-se pássaros... E que em delirante revoada escrevam "vida" sobre os céus da Criação!



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dos Milagres - Mário Quintana



Cultura é o que queremos

Cultura é aquilo que nós queremos que seja. Não é aquilo que os outros dizem que entendem que é.
Yohoy

Pequenas Chaves: Sofrer é Existir




Sofrer é existir. Se sofremos existimos. A felicidade é sublime, mas só pode ser concebida (e parida) com muito sofrimento... Com o gozo pleno da palavra "existir".



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Papel de Pão

 Texto. Criação via Twitter


Em antanho, eu gostava de escrever e rabiscar no diário, amigável e nutritivamente cheiroso "papel de pão".

A poesia da infância era cheia de desconceitos e lugares incomuns. Bastava eu voltar da escola, que lá estava ele: o embrulho sagrado.

Era o Pão Nosso de cada dia que Deus colocava sobre a mesa. Logo depois, o pão era consumido e os farelos caídos na folha vazia escreviam: "Farelos... Sementes de Poesia".

Eu, o pequeno poeta sem saber quem era, riscava as primeiras letras e, na falta de letras, desenhos...

Acabaram-se os papéis de pão, aquela imensa tela de possibilidades... Sobre ela, eu era amigo de Deus.

A família matava a fome do corpo, enquanto, eu, ensaiava letras. A memória do cheiro, do toque, da sensação de onipotência...

Eu, logo ali no passado: lápis e papel de pão na cozinha. A suprema alegria de sentir-me um Pequeno Arquiteto do Universo.

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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Horas são




Pai Nosso que estais
no cérebro!


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[Marcelo Soriano - YoHoy]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

"Sejes Home, Reginaldo!"



 

Quer ter um filho,
escrever um livro,
plantar uma árvore?


Desligue a televisão.



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[Marcelo Soriano - YoHoy]

Aviso ao navegante:

Leminskianas